quarta-feira, abril 08, 2009

A REVOLUÇÃO DA ALMA



Escrito por Aristóteles no ano de 360 A.C. e é eterno


Ninguém é dono de sua felicidade, por isso não entregue sua alegria , sua paz nas maõs de ninguém, absolutamente ninguém. 


Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.


A razão da sua vida é você mesmo. 


A tua paz interior é a tua meta de vida.

 

Quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando  algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.


Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. 


Não coloque objetivo longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.


Se andas desesperado  por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos com familiares, busca teu interior a resposta para acalmar-te. 


Você é reflexo do que pensas habitualmente.


Pare de pensar mal de você mesmo e seja seu melhor amigo sempre.


Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar.


Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor. 


Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você,e, você estará afirmando para você mesmo, que está pronto para ser feliz.


Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.Pare de esperar a felicidade sem esforço. 


Pare  de esperar a felicidade sem esforço.


Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.


Critique menos, trabalhe mais. 


E não se esqueça nunca de agradecer. Agradeça tudo que está em sua vida neste momento, inclusive a dor. 


Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.



" A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las! "



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domingo, abril 05, 2009

OVOS DE GRANJA

OVOS DE GRANJA 



“Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem. Agora é necessário civilizar o homem em relação à natureza e aos animais.” 

Victor Hugo 


Essa imagem não tem mais nada de real. As fazendas que abastecem as grandes cidades não são mais controladas por pessoas simples do interior.

Fazenda agora é um grande negócio. Os métodos de linha de montagem e a entrada de grandes empresas transformaram o campo em "agribusiness“, que é uma atividade competitiva em que não há mais lugar para sentimentos ou integração com plantas, animais e com a natureza. Os métodos adotados cortam custos e aumentam a produção. Animais são tratados como máquinas que convertem rações baratas em carne, ovos e leite mais caros.

Sob esses métodos, os animais vivem vidas miseráveis do nascimento ao abate. As galinhas têm a má sorte de servirem aos humanos de duas maneiras: pela sua carne e pelos seus ovos. 

Poucas fazendas hoje em dia são iguais àquela imagem que se tem das fazendas antigas: um lugar aprazível, tranquilo, com uma manada de galinhas cercadas de pintinhos ciscando, supervisionados pelo galo empoleirado no alto do celeiro.  

A Industrialização da Crueldade

 
 
 
 

CRIAÇÃO INTENSIVA

As galinhas poedeiras passam a vida inteira sem poder se locomover devido ao minúsculo tamanho das suas celas, pisando em fios de arame, sem descanso para os pés, com a luz acesa 24 horas por dia, confinadas sem possibilidades de andar, ver a luz e tomar banho de sol, sem conseguir virar sobre si mesmas, levantar ou bater uma asa, espreguiçar, empoleirar, ciscar, pisar e se sujar na terra e muito menos estabelecer laços sociais e familiares com outros animais da mesma espécie.

 
 
 
 

São produzidas em verdadeiras "fábricas", passando privações de que poucos de nós nos apercebemos, e ainda ameaçando à saúde pública poluindo o ar e a água. Normalmente, são usadas gaiolas contendo 2 ou 3 aves, medem de 30 a 35 centímetros de largura por 43 de comprimento (menos que uma página de jornal aberta).

 
 
 
 

A criação industrial intensiva de galinhas as obriga serem mantidas em condições pouco naturais, pois a concentração de animais em espaços muito reduzidos é necessária para a obtenção máxima de lucros a qualquer custo. Elas se quer podem levantar totalmente no fundo da gaiola e o chão é inclinado para o ovo rolar em direção à calha coletora.

 
 
 
 

O sofrimento animal é devido ao espaço reduzido e à alimentação pouco natural, forçada, que é um risco para a saúde animal e humana, devido ao uso excessivo de antibióticos, hormônios e à acumulação de toxinas. Em alguns casos, o número de galinhas chega a 9 por gaiola. Entre as galinhas existe uma hierarquia que fica impossível estabelecer com tão grande quantidade de aves em um espaço tão mínimo.

 
 
 
 

Algumas galinhas poedeiras são mantidas em gaiolas individuais com cerca de 20 x 20 cm (menor que a tela de seu monitor), onde não podem sequer esticar os pés e as asas. Neste pequeno espaço, estão sempre em contacto com as grades, sofrendo perda de penas, debilidade, neurose, stress e lesões constantes.

 
 
 
 

Para reduzir os ferimentos por bicadas, um comportamento aberrante levado ao limite nestas condições, em que as galinhas estressadas, aborrecidas e frustradas se tornam agressivas, parte dos bicos é cortada com uma lâmina aquecida, causando dor severa durante semanas pois, corta-se através de osso, cartilagem, vasos sanguíneos e tecidos moles. O desbicamento é feito duas vezes na vida de uma galinha: logo após o nascimento e logo antes da época de pôr os ovos. Algumas aves não conseguem comer depois de cortado o bico e morrem de fome.

 
 
 
 

Estas galinhas põem mais de 250 ovos por ano, logo os seus corpos ficam fracos e morrem freqüentemente com ovos entalados ou por problemas de fígado, devidos ao esforço desenvolvido para produzir gordura e proteínas para os ovos. A osteoporose é freqüente pois perdem muito cálcio para a produção da casca dos ovos. Para poupar em salários, não há funcionários dedicados a cuidar das aves que adoecem.

 
 
 
 

Após um ano de produção de ovos, as galinhas são consideradas "gastas“, “inúteis” e são abatidas. Os seus esqueletos fragilizados partem durante o transporte e no matadouro, acabam em derivados de galinha, onde os seus corpos são desfeitos de modo a esconder as nódoas negras, as penas e as fezes dos consumidores. Muitas são incluídas em rações para outros animais de criação.

 
 
 
 

Por cada galinha numa gaiola de postura, existiu um pinto macho que foi morto na chocadeira. As galinhas poedeiras foram selecionadas para pôr o máximo de ovos, logo não crescem tão rapidamente como os frangos para consumo, logo os pintos macho não têm valor econômico e são deitados fora no dia em que nascem, da forma mais barata possível, freqüentemente postos no caixote do lixo, onde sufocam ou são esmagados e triturados vivos por máquinas de tratamento de lixo.  

Alguns produtores evitando o “desperdício”, moem os pintinhos vivos, com penas e fezes e depois temperam para fabricar derivados de galinha (Caldo Knorr, Maggi, Arisco, etc...) 

Os pintinhos machos que nascem nas granjas são descartados, vivos, moídos numa espécie de liquidificador gigante. Outros são incinerados ou enterrados vivos.

 
 
 
 

O chão das gaiolas é de arame, o que facilita a limpeza das fezes que caem por entre as grades e se acumulam no chão durante meses, causando um cheiro insuportável e ainda causando um desconforto durante toda a vida da galinha. Em galpões pouco ventilados, os excrementos exalam vapores que causam infecções respiratórias, infecções nos olhos e outros danos.

 
 
 
 

As galinhas “gastas” são levadas para o matadouro, famintas, ossos quebrados, em caixas abertas, sofrendo freqüentemente ferimentos. Não têm direito nem à última refeição. Para economizar em ração, o avicultor suspende o alimento 30 horas antes do abate, já que o abatedouro não paga pelo alimento que fica no aparelho digestivo.

 
 
 
 

Já no matadouro, aquelas que não estavam bem atordoadas e/ou não foram mortas pela lâmina, são, portanto, escaldadas vivas.

 
 
 
 

Logo após são penduradas pelas patas e, por vezes, mergulhadas num banho eletrificado para as atordoar e acelerar a matança. As suas gargantas são cortadas, geralmente por uma lâmina mecânica, e mergulhadas em água a ferver para serem depenadas.

 
 
 
 

Esta última etapa não constituiria problema algum em um animal morto porém, como as indústrias tem acelerado o processo de abate em milhares de corpos por hora, grande parte dos animais chegam ao tanque de fervura ainda vivos. 

No calor do Verão, os aviários superlotados levam a uma mortandade massiva de aves. A atenção dos órgãos de comunicação social vai geralmente para as elevadas perdas monetárias, não para as mortes miseráveis de milhões de criaturas indefesas.

 
 
 
 

As aves sofrem também devido aos azares dos seus donos e criadores. Alguns granjeiros falidos abandonam as galinhas poedeiras para morrer de fome. Quando são descobertas, apenas jazem milhares de seus esqueletos no interior das minúsculas gaiolas.

 
 
 
 

Esta é uma realidade que resume bem o modo de pensar e agir da indústria de criação intensiva produtora de aves e ovos e outros animais no mundo inteiro.

Você não precisa deixar de comer ovos - e certamente não o fará. Mas quando for ao supermercado, dê preferência aos ovos de GALINHA CAIPIRA, ou encomende-os a um sitiante, eles são mais naturais e as galinhas caipiras são criadas mais soltas e sem os requintes bárbaros do capitalismo selvagem.

Assim, você estará contribuindo em não sustentar essa indústria, fazendo uma alimentação sem crueldade e diminuindo o sofrimento e a tortura dos animais no mundo. 

Esse texto foi extraído de um pps criado por Rildo Silveira


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sexta-feira, abril 03, 2009

MAMOGRAFIA


..amigos, 
em meio a tanta 'bandalheira' neste mundo virtual, 
graças à Deus existem também assuntos sérios 
e de UTILIDADE PÚBLICA que precisam de nossa 
atenção e respeito. 
 Este é um deles: 
O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha.   
Cabe a nós atendermos sua solicitação e ampará-lo, 
pois se depender do Governo (federal, estadual e/ou municipal) será seu fim!!! 
Vamos salvar o site do câncer de mama? 
Não custa nada. 
O Site do câncer de mama está com problemas pois não tem 
o número de acessos e cliques necessários para alcançar 
a cota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixa renda.

Demora menos de 
um segundo, ir ao site e clicar na tecla cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'. 

Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas 
que clicam, que os patrocinadores oferecem a mamografia 
em troca de publicidade. 
Repassem a 10 amigos para que eles repassem 
a mais 10 amigos ainda  hoje! 
E assim estaremos ajudando  a salvar 
este site tão importante. 
Este gesto fará uma enorme diferença. 


E se você não conhecia esses sites mas conhece pessoas, vizinhas, empregadas que não possuem convênios médicos e que perderam a paciência para fazer esse exame tão importante junte a rede pública,, colabore por elas,clicando e se for o caso, estenda sua mão agendando aqueles exames...

Solidariedade é tudo!


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quinta-feira, abril 02, 2009

AS SETE VERDADES DO BAMBU




AS SETE VERDADES DO BAMBU

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva... este bambu é tão fraco e continua de pé?
Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade.
A figueira quis enfrentar o vento.
O bambu nos ensina sete coisas.
Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” ( e não de eu’s ). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto.
Ele busca as coisas do Alto.
Essa é a sua meta.
(Padre Léo)

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